Se meu bebê falasse…

Manual prático da mamãe que já enlouqueceu, mas continua na luta!

Por que mães de gêmeos tem o sorriso amarelo?

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Não sei se vocês já repararam, mas as mães de gêmeos nem sempre são super receptivas a conversas com estranhos… e sabe porque?

Porque temos que responder um questionário básico da curiosidade de gente estranha! É esse o porque, simples assim!

Perguntas como:

  • São gêmeos?
  • Já existiam gêmeos na sua família?
  • Sua barriga ficou muito grande?
  • Dá trabalho? e etc…

Ou mesmo afirmações:

  • Olha, gêmeos!
  • Eu acho que um só dá trabalho… imagina dois!
  • Nossa são idênticas!

são observações que ouvimos toda santa vez que resolvemos sair de casa.

Ai você que está lendo isso, está pensando: ” Nossa como essa mulher é louca, esquentadinha… são apenas perguntas”

Realmente são apenas perguntas, que pelo menos 1 vez por semana temos que responder para cerca de 20 pessoas que nunca vimos nessa vida.

Não que eu não me orgulhe das minhas lindas filhas gêmeas idênticas, e é claro do meu histórico familiar, pois minha tataravó tinha filhos gêmeos, mas são perguntas tão obvias… é como perguntar se vai chover em um dia extremamente nublado.

Daí vem meu sorriso amarelado ao responder, e é esse o motivo pelo qual a grande maioria das mães de gêmeos tem o sorriso amarelo.

Quer uma dica?

Muda o discurso, mude de perguntas!

Ao invés de dizer:  Nossa gêmeas!, diga: Olha que belezinha! (mães geralmente adoram elogios aos filhos)

Ao invés de perguntar se são gêmeas, pergunte se não precisamos ajuda para abrir uma porta, lavar uma chupeta que caiu no chão, se não gostariamos de ficar com um lugar mais espaçoso em um restaurante…

Essas, meus amigos,  são excelentes perguntas, que as farão dar sorrisos generosos e de verdade, sem aquele aspecto amarelado, e vão até te dar a chance de fazer as outras perguntas que você está morrendo de vontade de fazer.

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Sobre ser mãe…

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Recentemente uma amiga me pediu para que eu fizesse um post sobre o que é ser mãe e uma palavra de incentivo para quem deseja engravidar.

E pra vocês terem uma remota idéia de como eu estou em falta com o meu blog…  demorei muito para fazer esse post e ela já está gravida! hehe…

Bom, mas se tem um dia no ano propício ao assunto, ele com certeza é hoje.

Então vamos lá…

Ser mãe é uma grande jornada, na qual embarcamos sem ter a mínima noção do que está por vir.

É a nossa missão mais importante.

É dor, é alegria…

Ser mãe é ter a certeza que você é apenas humano.

É ter dúvidas, preocupações, sentir medos que nunca haviam cruzado seu pensamento antes.

É mudança no relacionamento com seu marido. (Isso não é ruim!)

É noite mal dormida, comida fria e  banhos de gato.

Ser mãe é mudança de vida… e que mudança!

É a emoção do primeiro batimento cardíaco escutado no ultrassom, o primeiro sorriso, a primeira gargalhada.

Ser mãe é suspeitar de uma noite tranquila e levantar pra ver se está tudo bem, se o seu filho está respirando.

Ser mãe é não ter tempo para nada, mas arrumar o tempo que for para ninar e dar carinho para seu bebê.

É criar um blog pra poder falar dos filhos e suas descobertas.

Ser mãe é ter a certeza que o que te prende no mundo não é mais a lei da gravidade, mas os seus filhos.

É decisão! (Porque nem sempre mãe é aquela que gera)

Ser mãe é descobrir o amor (aquele puro da montanha ou como eu chamo: extrato concentrado de amor).

Ser mãe é finalmente encontrar um sentido para vida!

 

Se minhas bebês falassem, provavelmente diriam: Feliz dia das Mães, mama mama mama….

 

E para todas vocês que tomaram a decisão de ser mãe e encarar essa difícil, mas tão compensadora tarefa:

Um feliz Dia das Mães!!

 

 

 

 

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Filhos melhores…

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Uma vez li a seguinte frase:  ” As pessoas se preocupam tanto em deixar um mundo melhor para os filhos, mas esquecem de deixar filhos melhores para o mundo.”

Em tempos como os de hoje, eu reflito muito sobre que tipo de pessoas eu quero que a Luíza e a Lorena sejam e que exemplos eu posso e devo dar como mãe.

Estamos vivendo um momento muito delicado, de perda de valores, de humanidade e onde ter é melhor que ser.  (Isso me assusta)

É só ligar a TV e ver a quantidade de notícia absurda, incabível, inaceitável.

Mas como sobreviver no mundo de hoje? Como ensinar valores, se eles estão destorcidos?

Essas são perguntas das quais nem nós ao certo sabemos responder. A única coisa que sei é que criança precisa de limites e regras, pois, vivemos em uma sociedade com regras e fazê-las valer implica em estabelecer essa rotina dentro da nossa casa.  O respeito “lá fora” começa “aqui dentro”.

Dizer não a um filho também é um ato de amor, e se preciso for… por que não uma palmada?  (Digo e repito palmada! Aquela que corrige não aquela que machuca e agride)

Afinal, pata de galinha não mata pintinho… né?

Eu quero corrigir minhas filhas para que ninguém tenha que fazer isso na rua, nenhuma lei, nenhuma “autoridade”, nenhum outro cidadão.

Sei que não sou perfeita (nem tento ser), mas dou valor à vida, dou valor às pessoas, respeito o espaço de cada um, entendo que o tempo é o senhor de todas as coisas e que a natureza é tão linda quanto devastadora.

Aqui em casa já está decidido! Toda a educação delas será pautada em um único princípio:  RESPEITO

Quando a gente respeita o próximo, o diferente, a situação, a natureza, a vida, quando a gente se respeita … tudo se encaixa, tudo acontece e tudo é harmonioso.

Espiritualidade também é importante, acreditar e praticar o bem… é o que basta!

Depois de fazer o meu papel como mãe e dar exemplos para minhas pequenas, ai sim, é hora de cobrar e lutar por um mundo melhor!

(Esse é apenas um desabafo de uma mãe que vê um mundo cada vez mais injusto com pessoas cada vez mais inconsequentes)

“Sejamos a mudança que queremos ver no mundo” (Gandhi)

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Carreira e Maternidade: Como eu pretendo conciliar

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Essa semana o Mamatraca sugeriu uma blogagem coletiva sobre maternidade x carreira, pediu para que cada mãe fizesse um post de como é conciliar essas duas funções (ser mãe e trabalhar).

Bom, eu realmente não tenho propriedade para escrever a respeito, pois ainda não voltei a trabalhar, mas posso descrever qual é o meu sentimento só de pensar que daqui a exatos 10 dias essa condição vai mudar.

Sou mãe de primeira viagem de duas lindas garotinhas gêmeas, e tive o privilégio de poder passar esses 6 últimos meses na cia delas.

E como tudo que é bom, dura pouco, minha licença maternidade chegou ao fim. (Não posso reclamar, pois a maioria das mães ainda tem apenas 4 meses de licença.)

Mas o que foi preciso ajustar para que eu tenha uma volta ao trabalho um pouco mais tranquila?

Primeiro de tudo foi escolher qual seria o melhor local para as meninas ficarem enquanto eu saio para trabalhar. Depois de muito pensar e pesquisar, resolvemos acatar o conselho do pediatra e deixar com as avós.

Mas nosso dilema não parou por ai, gêmeas significa trabalho dobrado.  É pesado delegar essa tarefa para uma só pessoa, por isso, também temos uma babá que vai dar suporte para as vovós.

A mãe do meu marido se propôs a ficar com elas todos os dias, mas como minha mãe não trabalha às sextas-feiras ela ficará responsável por esse dia.

Como não queremos que ninguém mude drasticamente de rotina, decidimos que 3 dias na semana as meninas não sairão aqui de casa, os outros 2 dias levaremos ela para casa da minha sogra, assim ela também consegue administrar a casa dela.

A rotina das bebês foi muito bem definida e a Carol (babá) está pronta para cumprir um roteiro de cuidados e atividades que eu vim treinando com ela nesse último mês.

Até então, na teoria tá tudo certo. Vamos ter que esperar para ver assim que for colocado em prática.

Do que me diz respeito, ao mesmo tempo que estou ansiosa para retomar minha atividade profissional, fico pensando em tudo que não vou estar por perto para ver e viver, penso nos pequenos gestos, na primeira palavra… ai meu coração. É lógico que me bate uma dor, uma culpa, uma tristeza. Mas o que eu posso fazer?

Sei que voltar a trabalhar é a melhor decisão que posso tomar por todos nós, pois hoje uma parte importante do nosso orçamento familiar vem da minha renda e com ela temos condições de dar um presente e futuro melhor para nossas filhas.

E já que eu tenho que trabalhar, o meu tempo longe delas tem que valer a pena, por isso volto mais determinada a crescer profissionalmente e coloquei na minha cabeça que vou fazer o meu melhor no trabalho, dar o meu melhor, mas meu horário será cumprido à risca (nada de horas extras e trabalho aos finais de semana) pois hoje as minhas prioridades tem nome: Luiza e Lorena.

Confesso que, como toda mãe, sonho com um trabalho flexível em horários e penso demais se já não está na hora de eu começar meu próprio negócio (mãe empreendedora).

Pois eu sei que se minhas bebês falassem, diriam: Mamãe fica mais com a gente! (E como eu queria).

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Santa Paciência…

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Recentemente postei no meu facebook essa imagem engraçadinha dizendo: Sou devota de Santa Paciência!

Pra começo de conversa nem católica eu sou, então, não tenho nenhum santo de devoção e também não gosto muito dessas imagens que um milhão de pessoas compartilha, mas essa achei que tinha tudo a ver comigo e com o momento que eu estou vivendo.

Paciência é palavra de ordem para qualquer mãe de primeira viagem, e quando se tem dois bebês então… nem se fala.

Hoje eu tive o meu primeiro desequilibrio de mãe e não gostei nada! É amargo… amargo demais.!

Bom só para que vocês saibam o que aconteceu, a Lory começou a chorar devido a sono e a fralda suja, coloquei a Luly em um colchão que fica no chão cercado por um batalhão de travesseiros, ai ela começou a gritar também, gritou tanto e com o pouco que engatilha conseguiu vazar a barreira de travesseiros e adivinhem?? Caiu no chão!  Ai chorou de perder o folego. Tudo isso aconteceu enquanto eu trocava a fralda da Lory que também chorava muito. Conclusão: Lorena sem fralda chorando e mamãe acudindo Luiza, choro… choro … choro… dois braços ocupados e de repente,  escapou lá do fundo de meus pulmôes o grito: PÁRAAAAAAAAAA!!!!!

Ai coitadinhas, elas assustaram ainda mais, e me bateu um arrependimento instantâneo, comecei a chorar por causa da minha falta de controle e por me sentir a pior mãe do mundo!!

Respirei fundo e acalmei uma de cada vez, mas o sentimento ficou em mim.

Daria tudo para voltar atrás e não ter que conhecer esse sentimento de remorso e culpa de mãe.

Mas então, desabafei com minhas amigas que também são mães e recebi bons conselhos, melhor ainda, descobri que esses momentos descompensados não são “privilégio” meu.

O que deve ser feito daqui pra frente é cuidar para que não aconteça mais. Afinal, nada nessa vida se resolve com gritos.

E saber que com certeza terei outros momentos como esse, mas que eu consiga contar até 10, respirar e encontrar meu equilibrio.

Por ora estou trabalhando em me perdoar, aceitar que sou humana, que cometo erros e  rezando para que eu sempre tenha ao meu lado a Santa Paciência!

Se minhas bebês falassem, diriam: tá tudo bem mamãe!! (Assim eu espero!)

PS: Para quem me conhece, não precisa enlouquecer… a Luiza caiu sim, mas foi um tombinho de nada e o susto foi muito maior que a pancada. ok?

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Amor de Urso

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Hoje eu percebi que eu tenho amor de urso, não canso de apertar, morder e dar chuva de beijos nessas duas pequeninas.

Tá incontrolável.

Deve ser por causa da licença maternidade que está acabando e quero curtir cada instante delas, cada mudança, cada sorriso.

O fato é que a mamãe aqui não aguenta as pernocas redondas, as bochechas macias e os pézinhos de bisnaguinha. Mas lógico que mesmo sendo amor de urso não machuco essas bonequinhas, pois elas são tudo para mim!

Se minhas bebês falasse, diriam: Também amamos você, mas pega leve!!

Mamãe promete que vai tentar!  =D

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Nana neném…

Desde que Luly e Lory nasceram,  já passamos por diversas mudanças quanto a hora de dormir.

Assim que elas vieram para casa, acordavam para mamar e dormiam o resto do tempo.

Eu dormia no sofá-cama com a minha mãe ou a minha sogra (dependendo de quem estava aqui para ajudar) e as meninas dormiam em uma cadeirinha de balanço da fisher- price .

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Isso durou cerca de 15 dias até que eu recebi um telefonema muito cheio de carinho e bons conselhos da minha amiga Alyne (Mãe do Matheus- 10 meses), ela me incentivou a colocar as meninas para dormirem no berço, disse para eu ficar despreocupada pois elas ficariam bem, que era o lugar mais seguro e recomendado e para que eu voltasse a dormir na cama ao lado do meu marido, pois isso faria bem para mim, para ele e para elas.

Naquela noite, respirei fundo e resolvi tentar. Um berço para duas bebês e uma babá eletrônica com câmera vigiando todos os movimentos, minha sogra ficou no sofá cama e eu na minha cama.

caminha

primeira noite no berço

Santa noite! Foi a primeira vez que consegui dormir, mesmo que pouco, pois naquela época elas ainda demoravam muito para mamar e acordavam como um reloginho de 3 em 3 horas.

Por mais 15 dias tivemos a participação das vovós aqui, mas começamos a perceber que essa logística era complicada para todo mundo, minha mãe e minha sogra que não dormiam bem e a gente que não tinha tanta privacidade. ai contratamos uma babá (mas isso é papo para outro post. =D).

Com 1 mês, as meninas já não domiam tão fácil assim, começaram a ficar agitadas na hora de dormir, ai começou a fase de chororô.

De lá para cá, as crises de choro pré-sono aumentaram muito e agora começaram a diminuir. =D

O curioso de tudo isso é trabalhar com hipóteses a todo o momento (Será que é fome? ; Será que é cólica?; Será que é calor? ; frio? e por ai vai.)

Até hoje não sabemos!! Mas algumas coisas ajudaram um bocadão!! Aqui estão algumas delas:

  •  Não super estimular o bebê na hora de dormir (brinquedos deixam elas ainda mais irritadas)
  • Um colo apenas (ficar passando de colo em colo até que alguém resolva é uma furada, pois cada vez que existe a troca de colo, começa o choro outra vez e mais irritação)
  • O som “shhhhh shhhhh” comprovadamente um calmante para os ouvidos dos babies
  • Não chacoalhar (Fazemos movimentos de caminhada – para frente e para trás) Esse é pelo nosso próprio bem, porque depois eles ganham peso e ai não aguentamos mais cachoalhar.
  • Apagamos a maioria das luzes e abaixamos o volume da TV
  • Barrulhos continuos: água corrente, chuva, secador de cabelo,  etc…
  • E o meu favorito: Barulho de útero… rs… achei esse som no youtube, pode parecer mentira, mas funciona… a única coisa ruim é que só dura 6 minutos, ou seja, temos que colocar várias vezes.

Tentei fazer com que elas dormissem sozinhas, mas até os 4 meses isso não funcionou.

Agora, quando elas começam a chorar, eu pego no colo para acalmá-las e assim que há calma já coloco no berço e elas dormem sozinhas. Super fofas.

Sou hiper contra deixar o bebê chorando até dormir, pois tenho certeza que eles dormem exaustos e frustrados.

Dormir é uma das melhores coisas da vida, e não quero tirar esse prazer das minhas filhas, pois sei que mesmo que hoje eu tenha que fazê-las dormir, cedo ou tarde elas vão aprender.

Aliás, se minhas bebês falassem, diriam: Boa noite mamãe… nos vemos no próximo mamá.

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Cineminha com Luly e Lory

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Essa semana minha amiga Kênia (Mãe da Gabi – 8 meses) me convidou para ir ao cinema e levar nossas bebês.

Minha sogra já havia me falado a respeito do Cinematerna, mas nunca tive a iniciativa de procurar mais sobre o assunto.

Bom, pra quem não sabe, o Cinematerna acontece toda semana em diversas cidades do Brasil, e nada mais é do que uma sessão de cinema para mamães com bebês de até 18 meses. (Veja aqui)

E o que tem de diferente nessa sessão?

* O volume da sala é mais baixo

* Ar condicionado mais leve

* Existem trocadores de fraldas dentro da sala

* Ambiente levemente iluminado

* O filme é escolhido através do site e não pode conter violência nem terror

* Bate papo de mamães no final

Esse não é um programa para os bebês, mas para as mamães!

Combinamos então, e na quarta- feira lá estávamos no Shopping JK Iguatemi. Nem preciso dizer que para conseguir chegar na sessão das 14hs tive que começar a arrumar tudo as 9hs e quase desisti, mas acabou dando tudo certo.

Chamei a Sú (minha sogra) e a Carol (babá das meninas) para me acompanhar, pois quando se tem 2 bebês quanto mais ajuda melhor.

Assistimos O Lado Bom da Vida na Sala VIP Santander, ou seja, a entrada custou R$ 41,00 por pessoa (bebês não pagam!). Super justificado quando o que temos é isso:

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Na rampa de entrada da sala ficou um estacionamento de carrinhos, todos enfileirados à esquerda para não impedir o acesso.

Achei tudo bem organizado, as pessoas iam entrando e se acomodando com tranquilidade, preparando mamadeiras, tirando tudo o que iam usar da bolsa dos filhos.

Tinham muitas mamães, avós, babás e até alguns pais. A sala lotou!!!

Fiquei ansiosa, pois não sabia se elas dariam escândalo, se ficariam irritadas… etc…  Mas lá, estava todo mundo no mesmo barco, e por isso o estresse foi embora rapidinho.

As meninas se comportaram como verdadeira mocinhas, mamaram as 14hs como o planejado, antes mesmo do trailer terminar.

A Lory estava tão empolgada que quis logo estrear o trocador deixando uma surpresona na fralda.

Para a minha surpresa, elas ficaram a maior parte do tempo quietinhas e brincando, alguns chorinhos da Lu e uns gritinhos da Lo.

Em alguns momentos tivemos que ficar em pé na escada para distraí-las, mas não precisamos sair da sala nenhuma vez (regra para quando o bebê fica muito agitado). =D

A Gabi também se comportou direitinho e dormiu uma boa parte do filme, mas depois acordou agitada e foi lá foi a Kênia para a escada também.

No geral, foi um excelente programa, uma experiência muito diferente e um filme legal.

Não vou mentir, que durante todo o filme tem bebê choramingando/ reclamando ou brincando, mas mãe que é mãe… tá super acostumada e não liga.

Óbvio que nem tudo é perfeito, acho que não havia necessidade de passar trailer (pois durou 20 minutos) e mesmo que eles controlem o conteúdo do filme acabaram passando trailer de filmes inapropriados (Não curti).

Mas isso foi detalhe, pois tivemos uma tarde excelente. Super recomendo!!!

Acabamos não ficando para o tal bate papo, pois era rodízio do meu carro e tinha que estar em casa antes das 17 horas. Quem sabe da próxima vez, né?

Se minhas bebês falassem, diriam: adoramos nossa primeira vez no cinema!

A mamãe também!!

Olha a gente aqui!! =D

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São gêmeos!

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É engraçado, mas uma das perguntas que as pessoas mais fazem para mim é: Como foi quando você descobriu que eram gêmeos?

Me lembro como se fosse ontem, descobri que estava grávida no dia 23 de janeiro de 2011 depois de 3 exames de farmácia, no dia seguinte veio a confirmação com um exame de laboratório.

Agendei médica para dia 27/01, uma sexta -feira antes de uma viagem a trabalho, ali fiz uma ultrassom, para saber se estava tudo bem e se eu podia viajar.

O exame constatou a gravidez e um pequeno descolamento de placenta, mas que estava tudo bem, se eu fosse medicada podia sim viajar com tranquilidade.

Como tudo era muito pequenininho a doutora me disse para eu não me assustar que os batimentos cardíacos só poderiam ser escutados a partir da 8a semana e me fez a seguinte pergunta:

Histórico de gêmeos na família?

Eu respondi:

Não tem não. Ai, não me assusta! Por que? Você viu alguma coisa?

Ela respondeu:

Calma, essa é apenas uma pergunta de rotina. Não se preocupe.

Fomos embora felizes com a notícia, saimos dali e avisamos nossas famílias (pais e irmãs) e esquecemos completamente dessa pergunta final.

Fui viajar e quando voltei agendei a minha primeira ultassom oficial para o dia 13/02, ás 15h30, combinei de encontrar o Mauricio lá.

Nesse dia choveu muito em São Paulo e eu estava ansiosa, então saí depois de um almoço de trabalho e fui direto para o laboratório.

No final de semana anterior, eu e o Mau haviamos discutido por algum motivo que nem consigo me lembrar, e estávamos sem nos falar direito.

Entramos na sala do exame e veio uma médica muito animada para realizar o exame, deitei na maca, o Mauricio sentou e então ela iniciou o exame dizendo:

Vamos ver como é que está esse bebê! Ôpa… Vamos ver como estão esses bebês!

Eu levantei minha cabeça e falei: Você só pode estar de brincadeira comigo!

E ela retrucou: Acredite em mim, aqui não é lugar para fazer esse tipo de brincadeira. Realmente estou vendo dois fetos, mas sua bolsa está muito grande então pode ser que haja mais um.

Ai eu disse: Se tiver mais um eu infarto! =D

O Mauricio só coçava a cabeça e repetia: CARAL** , É SÉRIO?

O exame prosseguiu, ela constatou que eram apenas 2 fetos mesmo, ouvi os dois coraçõezinhos, parecia estar vendo anjos, principalmente quando ela mostrava os dois juntos. Mas minha cabeça rodava com a idéia de ser mãe de gêmeas, era muita informação para ser absorvida, muita emoção, muita dúvida…. tanta coisa que eu acho que nem curti direito minha primeira US.

Saimos de lá ainda tontos, com a briga esquecida (é lógico) e dando muita, muita risada.

As pessoas olhavam para nós com um olhar de curiosidade. Afinal, quem sai de um exame médico as gargalhadas?

O Mauricio nem voltou para casa comigo, precisou de um tempo sozinho.

Eu já sai ligando para toda minha família e amigos próximos. Como sempre fui brincalhona, as pessoas achavam que eu estava de brincadeira e muita gente, inclusive minha mãe, pediu para ver o exame para ter certeza!!

Demoramos quase uma semana para conseguir concentrar em qualquer outra coisa. O amor que já existia extrapolou, os cuidados eram dobrados e a felicidade também.

Hoje não consigo imaginar como seria estar grávida de um bebê só, e ao olhar para as minhas pequeninas tenho a certeza que precisava da meiguice da Luly e da energia da Lory, pois elas me completam.

Essa é a minha vida e sou muito feliz com o que foi reservado para mim. Não mudaria um segundo sequer de tudo que vivi até aqui, pois tenho certeza que Deus cria meios e nos capacita para encarar esse grande desafio de ser mãe, principalmente de gêmeos!

Se minhas bebês falassem diriam: SURPRESA!!!

E que surpresa boa!!!!!

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30 dias com elas…

Hoje oficialmente me restam 30 dias de licença maternidade. 30 dias inteirinhos de Luiza e Lorena (os grandes amores da minha vida)

Depois de quase 9 meses em casa, cheguei na reta final.

Esse foi sem dúvida nenhuma um período de muitas alegrias, muito amor, pouco descanso e muito trabalho.

Estou confinada nessa casa há muito tempo (chamo isso de “prisão baby”), e apesar de não ver a hora de voltar a trabalhar e retomar minha vida, já sinto o peso de ter que deixá-las.

Sei que elas ficarão bem, afinal, quem vem para cuidar delas é a vovó (e hoje eu sei que as únicas pessoas que podem amar nossos filhos tanto quanto nós são as avós, é amor ao quadrado!), mas fico pensando em tudo que eu vou perder, cada novidade, cada mudança…

Enfim, meu coração tá murchinho!

Eu ainda tive o privilégio de poder ficar 6 meses de licença e 1 de férias, pois sei que a maiorida das mamães tem apenas 4 meses de licença (super injusto).

O jeito é não pensar no tempo, apenas aproveitar cada dia que passa, dar muito amor, muito beijo, muito carinho, preparar a mente e o espirito e ter a certeza que fiz e sempre farei o meu melhor.

Que venham os 30 dias… mas que passem devagarinho….  esse é só um dos desejos do coração de uma mãe.

Se minhas bebês falassem:  (Prefiro nem pensar!)

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