Se meu bebê falasse…

Manual prático da mamãe que já enlouqueceu, mas continua na luta!

Quando a falta de culpa te faz sentir culpada…

culpa

Já se passaram 2 semanas desde que eu voltei a trabalhar. Parece mentira, mas as coisas foram MUUUUUITO melhores do que eu imaginei.

Tinha pintado um verdadeiro monstro da separação (mãe- filhas) e sabia, ou melhor, tinha a certeza que sentiria culpa.

Em verdade, descobri que tudo o que uma mãe que trabalha precisa é de um bom time, e isso (graças a Deus) eu tenho de sobra!

Estabelecemos uma rotina que pode parecer um pouco complicada, mas que tem funcionado para nós. A Carol (babá) agora entra as 6h30 e vai embora as 18h30 sempre acompanhada pela minha sogra  ou pela minha mãe. Dos 5 dias da semana 3 as meninas ficam aqui em casa e só 2 vão para a casa da vovó Sú.

Essa rotina foi pensada e desenhada para que Luly e Lory  tenham o maior conforto possível enquanto a mamãe sai para trabalhar.

Não sei se por ter certeza que as meninas estão bem cuidadas, ou pela dinâmica corrida do meu trabalho, não estou tendo tempo de ficar lamentando a distância e tudo o que a envolve.

Na realidade, voltar a trabalhar fez muito bem para minha cabeça, fez com que eu me sentisse  útil outra vez e me deu a certeza que eu realmente sei fazer muito mais do que ser “apenas” mãe.

As vezes me sinto até um pouco aliviada de falar sobre outros assuntos que não sejam únicos e exclusivos sobre maternidade, fralda, bebê, cocô, etc…

É lógico que eu sinto um caminhão de saudades e que ligo pelo menos 3 vezes para conferir como elas estão, tenho preocupações de mãe sim… mas não sinto culpa de ter que sair para trabalhar… engraçado né?

Cheguei até e me preocupar e me atribuir uma culpa por não sentir tanta culpa assim (Não tem jeito, de uma forma ou de outra, nós mães vamos sempre arranjar um jeito sentir culpa), mas nesse pouco tempo que se passou tenho cada vez mais a certeza de que ser uma boa mãe não significa dar todos os mamás, trocar todas as fraldas e estar sempre por perto.

O que me faz uma boa mãe é pensar no bem estar das minhas filhas, fazer o melhor por elas, deixá-las com que eu realmente sei que estão seguras e felizes, deixar um papá gostoso para as refeições e quando eu chegar do trabalho dar toda a atenção que elas merecem, brincar muito e dar aqueles 4 mamás com o maior carinho do mundo!

Afinal de contas, sou mãe mas também tenho outras funções: esposa, profissional dedicada, filha, vizinha, irmã, amiga… eu sou a minha história e sou feliz assim… sendo tudo isso ao mesmo tempo.

Espero que um dia minhas filhas tenham a consciência de que tudo o que eu faço é por elas. Para que elas tenham uma vida sadia, alegre e com muitas oportunidades.

Ser uma pessoa feliz é o melhor exemplo que eu posso dar para elas e eu posso afirmar definitivamente que ter voltado a trabalhar me faz feliz!!

Se minhas bebês falassem, diriam: Mamãe a gente sente saudade. Por isso não esqueça de nos dar atenção e  sempre brincar com a gente quando voltar!

E a mamãe aqui, promete que jamais deixará de passar tempo de qualidade com vocês. Afinal, vocês são a minha vida e eu as AMO!

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Filhos melhores…

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Uma vez li a seguinte frase:  ” As pessoas se preocupam tanto em deixar um mundo melhor para os filhos, mas esquecem de deixar filhos melhores para o mundo.”

Em tempos como os de hoje, eu reflito muito sobre que tipo de pessoas eu quero que a Luíza e a Lorena sejam e que exemplos eu posso e devo dar como mãe.

Estamos vivendo um momento muito delicado, de perda de valores, de humanidade e onde ter é melhor que ser.  (Isso me assusta)

É só ligar a TV e ver a quantidade de notícia absurda, incabível, inaceitável.

Mas como sobreviver no mundo de hoje? Como ensinar valores, se eles estão destorcidos?

Essas são perguntas das quais nem nós ao certo sabemos responder. A única coisa que sei é que criança precisa de limites e regras, pois, vivemos em uma sociedade com regras e fazê-las valer implica em estabelecer essa rotina dentro da nossa casa.  O respeito “lá fora” começa “aqui dentro”.

Dizer não a um filho também é um ato de amor, e se preciso for… por que não uma palmada?  (Digo e repito palmada! Aquela que corrige não aquela que machuca e agride)

Afinal, pata de galinha não mata pintinho… né?

Eu quero corrigir minhas filhas para que ninguém tenha que fazer isso na rua, nenhuma lei, nenhuma “autoridade”, nenhum outro cidadão.

Sei que não sou perfeita (nem tento ser), mas dou valor à vida, dou valor às pessoas, respeito o espaço de cada um, entendo que o tempo é o senhor de todas as coisas e que a natureza é tão linda quanto devastadora.

Aqui em casa já está decidido! Toda a educação delas será pautada em um único princípio:  RESPEITO

Quando a gente respeita o próximo, o diferente, a situação, a natureza, a vida, quando a gente se respeita … tudo se encaixa, tudo acontece e tudo é harmonioso.

Espiritualidade também é importante, acreditar e praticar o bem… é o que basta!

Depois de fazer o meu papel como mãe e dar exemplos para minhas pequenas, ai sim, é hora de cobrar e lutar por um mundo melhor!

(Esse é apenas um desabafo de uma mãe que vê um mundo cada vez mais injusto com pessoas cada vez mais inconsequentes)

“Sejamos a mudança que queremos ver no mundo” (Gandhi)

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Carreira e Maternidade: Como eu pretendo conciliar

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Essa semana o Mamatraca sugeriu uma blogagem coletiva sobre maternidade x carreira, pediu para que cada mãe fizesse um post de como é conciliar essas duas funções (ser mãe e trabalhar).

Bom, eu realmente não tenho propriedade para escrever a respeito, pois ainda não voltei a trabalhar, mas posso descrever qual é o meu sentimento só de pensar que daqui a exatos 10 dias essa condição vai mudar.

Sou mãe de primeira viagem de duas lindas garotinhas gêmeas, e tive o privilégio de poder passar esses 6 últimos meses na cia delas.

E como tudo que é bom, dura pouco, minha licença maternidade chegou ao fim. (Não posso reclamar, pois a maioria das mães ainda tem apenas 4 meses de licença.)

Mas o que foi preciso ajustar para que eu tenha uma volta ao trabalho um pouco mais tranquila?

Primeiro de tudo foi escolher qual seria o melhor local para as meninas ficarem enquanto eu saio para trabalhar. Depois de muito pensar e pesquisar, resolvemos acatar o conselho do pediatra e deixar com as avós.

Mas nosso dilema não parou por ai, gêmeas significa trabalho dobrado.  É pesado delegar essa tarefa para uma só pessoa, por isso, também temos uma babá que vai dar suporte para as vovós.

A mãe do meu marido se propôs a ficar com elas todos os dias, mas como minha mãe não trabalha às sextas-feiras ela ficará responsável por esse dia.

Como não queremos que ninguém mude drasticamente de rotina, decidimos que 3 dias na semana as meninas não sairão aqui de casa, os outros 2 dias levaremos ela para casa da minha sogra, assim ela também consegue administrar a casa dela.

A rotina das bebês foi muito bem definida e a Carol (babá) está pronta para cumprir um roteiro de cuidados e atividades que eu vim treinando com ela nesse último mês.

Até então, na teoria tá tudo certo. Vamos ter que esperar para ver assim que for colocado em prática.

Do que me diz respeito, ao mesmo tempo que estou ansiosa para retomar minha atividade profissional, fico pensando em tudo que não vou estar por perto para ver e viver, penso nos pequenos gestos, na primeira palavra… ai meu coração. É lógico que me bate uma dor, uma culpa, uma tristeza. Mas o que eu posso fazer?

Sei que voltar a trabalhar é a melhor decisão que posso tomar por todos nós, pois hoje uma parte importante do nosso orçamento familiar vem da minha renda e com ela temos condições de dar um presente e futuro melhor para nossas filhas.

E já que eu tenho que trabalhar, o meu tempo longe delas tem que valer a pena, por isso volto mais determinada a crescer profissionalmente e coloquei na minha cabeça que vou fazer o meu melhor no trabalho, dar o meu melhor, mas meu horário será cumprido à risca (nada de horas extras e trabalho aos finais de semana) pois hoje as minhas prioridades tem nome: Luiza e Lorena.

Confesso que, como toda mãe, sonho com um trabalho flexível em horários e penso demais se já não está na hora de eu começar meu próprio negócio (mãe empreendedora).

Pois eu sei que se minhas bebês falassem, diriam: Mamãe fica mais com a gente! (E como eu queria).

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Qualquer semelhança é mera coincidência…

Hoje eu vi esse video e foi inevitável não rir. Luly e Lory fazem a mesma coisa, só não fazem com essa agilidade ainda!!

Se minhas bebês falassem, diriam: hum… a da irmãzinha é mais gostosa!!

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Diaper Bag: para o bebê ou pra mamãe?

Pra quem me conhece sabe que eu não sou muito ligada em moda, me considero uma pessoa básica, e sempre que saio com as meninas dou um jeitinho de colocar minha carteira e outras coisas pessoais na bolsa delas.

Se não, saio parecendo um cabide de tanta coisa pendurada em mim!! (rs)

Nessas horas nossa bolsa (acessório importante para as básicas) é mera coadjuvante.  O ideal então é encontrar uma bolsa que seja versátil e comporte as coisas da mamãe e do bebê.

Ai comecei a procurar bolsas diferentes e então encontrei vários modelos (com compartimentos para fralda, mamadeiras e que vêm com trocador) que são ultra fashion e que dão um ar de refinamento para mamães modernas que somos.

Ainda não é muito comum aqui no Brasil (pelo menos eu não vejo muito por ai), a maioria de nós carrega bolsas que dá para notar de muito longe que são de nossos bebês, geralmente com tons pastéis.

Por isso resolvi compartilhar a minha pesquisa com vocês.

Confira esses modelos:

diaperbag2

diaperbag1

Obs: (Os valores das bolsas pesquisadas variam de 180 a 1200 dólares)

Se é moda ou não, não sei!! Só sei que já tem uma na minha wish list

Se minhas bebês falassem, diriam: Olha a mamãe tentando ser fashion!! Arrasou! (hahaha)

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Santa Paciência…

santa paciencia

Recentemente postei no meu facebook essa imagem engraçadinha dizendo: Sou devota de Santa Paciência!

Pra começo de conversa nem católica eu sou, então, não tenho nenhum santo de devoção e também não gosto muito dessas imagens que um milhão de pessoas compartilha, mas essa achei que tinha tudo a ver comigo e com o momento que eu estou vivendo.

Paciência é palavra de ordem para qualquer mãe de primeira viagem, e quando se tem dois bebês então… nem se fala.

Hoje eu tive o meu primeiro desequilibrio de mãe e não gostei nada! É amargo… amargo demais.!

Bom só para que vocês saibam o que aconteceu, a Lory começou a chorar devido a sono e a fralda suja, coloquei a Luly em um colchão que fica no chão cercado por um batalhão de travesseiros, ai ela começou a gritar também, gritou tanto e com o pouco que engatilha conseguiu vazar a barreira de travesseiros e adivinhem?? Caiu no chão!  Ai chorou de perder o folego. Tudo isso aconteceu enquanto eu trocava a fralda da Lory que também chorava muito. Conclusão: Lorena sem fralda chorando e mamãe acudindo Luiza, choro… choro … choro… dois braços ocupados e de repente,  escapou lá do fundo de meus pulmôes o grito: PÁRAAAAAAAAAA!!!!!

Ai coitadinhas, elas assustaram ainda mais, e me bateu um arrependimento instantâneo, comecei a chorar por causa da minha falta de controle e por me sentir a pior mãe do mundo!!

Respirei fundo e acalmei uma de cada vez, mas o sentimento ficou em mim.

Daria tudo para voltar atrás e não ter que conhecer esse sentimento de remorso e culpa de mãe.

Mas então, desabafei com minhas amigas que também são mães e recebi bons conselhos, melhor ainda, descobri que esses momentos descompensados não são “privilégio” meu.

O que deve ser feito daqui pra frente é cuidar para que não aconteça mais. Afinal, nada nessa vida se resolve com gritos.

E saber que com certeza terei outros momentos como esse, mas que eu consiga contar até 10, respirar e encontrar meu equilibrio.

Por ora estou trabalhando em me perdoar, aceitar que sou humana, que cometo erros e  rezando para que eu sempre tenha ao meu lado a Santa Paciência!

Se minhas bebês falassem, diriam: tá tudo bem mamãe!! (Assim eu espero!)

PS: Para quem me conhece, não precisa enlouquecer… a Luiza caiu sim, mas foi um tombinho de nada e o susto foi muito maior que a pancada. ok?

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Casa à prova de criança: responsabilidade com a segurança de nossos filhos!

casa segura

Antes mesmo de eu ter as meninas (Luiza e Lorena) já me preocupava com a segurança delas e durante a gravidez mandei instalar rede de proteção em todas as janelas do nosso apartamento.

Ninguém acreditou. Perguntavam-me o porquê estava fazendo isso, sendo que em pouco mais de um ano estaríamos fora do apartamento e até lá as meninas ainda não estariam andando.

A minha resposta era muito simples: – Assim eu fico mais tranquila! E era o fim da discussão.

Essa atitude foi muito aclamada pela minha mãe (que vê perigo em tudo que olha).

Lógico que eu acho minha mãe exagerada, mas graças a ela penso em segurança em primeiro lugar. Não sou paranoica, mas tomo cuidado.

A verdade é que bebês tem curiosidade natural em tudo que não conhecem, por isso querem ver, tocar, sentir, lamber, etc…

Tudo isso faz parte do aprendizado, mas essa curiosidade, se não tomarmos os cuidados necessários, pode causar acidentes.

Por isso, fiz uma lista de algumas providências que podemos tomar na nossa casa para reduzir esse risco.

São elas:

Rede de proteção: para janelas de quem mora em apartamento ou sobrado, pode ser colocada também na lateral de escadas vazadas, assim evitando risco de queda. Não é caro, custa cerca de R$ 300,00 (4 janelas e 1 sacada pequena).

Protetor de tomada: procure colocar os que têm chave, já que, conforme a criança vai ficando mais velha e esperta ela consegue remover os protetores comuns.

Protetor ou trava de porta: existem diversos tipos de protetores de porta (custam cerca de R$ 10,00 cada) e evitam que bebês e crianças prendam os dedinhos delicados.

Protetor de quinas: para quem tem móveis pontiagudos no baixo.

Grade de porta: para as duas pontas da escada e para cozinha. Afinal, cozinha não é lugar de criança, e evitando a entrada delas, você já evita muitos acidentes. (item mais caro da lista, mas vale o investimento)

Trava de gavetas: para quem têm gavetas ao alcance dos pequenos.

Trava assento de vaso sanitário: Não preciso nem dizer o porquê né? A curiosidade ali é incrível.

Produtos de limpeza: sempre dentro de armários trancados a chave, ou em uma altura que a criança não consiga alcançar.

Objetos pequenos: moedas, brincos, isqueiros, parafusos, etc… Nunca deixá-los pela casa, encontre um local apropriado que as crianças não tenham acesso.

E o principal, educar nossos filhos para que eles entendam que com certas coisas não devemos brincar, e isso deve ser feito desde cedo, pois pode parecer que não, mas eles entendem muito mais do que a gente imagina.

Ai você me diz que nunca teve nada disso na sua casa quando era criança e que sobreviveu. (rs)

Pois é, na minha casa também não tinha, mas minha mãe (a exagerada lá de cima) passou cada susto com as nossas peripécias.

Sem contar que os tempos são outros, as crianças são outras e se hoje existem recursos disponíveis, porque não usá-los. Certo?

Deixar uma casa segura não é privar seu filho de ter experiências, é zelar para que ele tenha muitas experiências saudáveis, mas sem se machucar.

Hoje a Luiza e a Lorena estão só com 6 meses, mas já aprontam cada uma.

É lindo vê-las descobrir o mundo que as cercam e que continuem assim, pois no que depender de mim estarão sempre bem e seguras.

Se minhas bebês falassem, diriam: que bom que moramos em um cantinho seguro!!

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Mãe há 1 ano

Ontem as meninas (Luly e Lory) completaram 6 meses!!  Que felicidade!!!

Por isso a conta:

6 (meses) X 2 (bebês) = 1 ano como mamãe. rs… (Essa devo a minha amiga Char)

Mas fora isso, foram 6 meses excelentes, cheios de amor e carinho, de muito choro (inclusive meu) e muitos motivos para comemorar.

Finalmente passou a fase crítica de recém nascido, e percebi que não sou uma mãe tão paranoica assim.

Afinal, nesses 6 meses só as levei para o hospital 1 vez, e era apenas nariz entupido (coisa de mãe de primeira viagem).

Mas a verdade é que sinto que passamos no período de experiência, sobrevivemos!!

Mamãe até consegue dar conta das 2 bebês de madrugada sem babá e sem a ajuda do papai!! AVANÇO TOTAL.

Agora é só zelar e curtir, pois vem novidade atrás de novidade!!

E para celebrar as meninas resolveram que chegou a hora de sentar! =D

A mamy aqui tá boba!!

Que continuem assim e que eu possa ver e acompanhar cada nova fase das minhas bonecas.

Viva aos novos tempos de menos mamadeiras fervidas e água do filtro!!

Se meus bebês falassem, não diriam nada!!

Hoje é o dia da mamãe dizer: PARABÉNS FILHAS!! AMO VOCÊS!!

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6 meses e sentadinhas!! =D

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Amor de Urso

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Hoje eu percebi que eu tenho amor de urso, não canso de apertar, morder e dar chuva de beijos nessas duas pequeninas.

Tá incontrolável.

Deve ser por causa da licença maternidade que está acabando e quero curtir cada instante delas, cada mudança, cada sorriso.

O fato é que a mamãe aqui não aguenta as pernocas redondas, as bochechas macias e os pézinhos de bisnaguinha. Mas lógico que mesmo sendo amor de urso não machuco essas bonequinhas, pois elas são tudo para mim!

Se minhas bebês falasse, diriam: Também amamos você, mas pega leve!!

Mamãe promete que vai tentar!  =D

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Luly e Lory ADORAM…

Elas param tudo que estão fazendo para ver esse video! Inclusive chorar!! =D

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